Mais de 250 milhões de pessoas utilizam a Net

Escrito por: Fábio Mendes  | Data: 20. Abr, 2008 | Arquivado em: Outros Temas

O relatório revela ainda que 60 por cento dos serviços públicos na EU estão disponíveis on-line e dois terços das escolas e metade dos médicos utilizam ligações rápidas à Internet graças ao forte crescimento da banda larga na Europa.

Este documento sobre os resultados obtidos até à data com a iniciativa i2010, a estratégia da União Europeia para o crescimento e o emprego baseada nas tecnologias digitais, indica ainda que desde 2007 que todos os Estados-Membros consideram o desenvolvimento destas tecnologias como uma das principais realizações dos seus programas de reforma estrutural.

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Paralelamente, o relatório indica que as instituições comunitárias estão a encorajar a construção de um mercado único de serviços on-line e o aumento do financiamento à investigação. Contudo, o mercado único das comunicações, que promoverá os serviços de comunicações transnacionais, está ainda em construção.

«É uma mudança de rumo político que a Comissão não pode deixar de saudar: as tecnologias da informação e da comunicação, o principal motor de crescimento da Europa, estão a ser promovidas pelos 27 Estados-Membros da UE, sem excepção, nas suas políticas nacionais. A Europa entra na concorrência a nível internacional e a vida quotidiana dos europeus moderniza-se», afirmou, em nota à Imprensa, Viviane Reding, comissária europeia responsável pela Sociedade da Informação e os Media.

A comissária acrescentou ainda que «é francamente uma boa notícia o facto de 77% das empresas europeias, 67% das escolas e 40% dos médicos disporem neste momento de ligações rápidas em banda larga. No entanto, algumas zonas da União Europeia estão ainda distantes desses níveis, não se encontrando plenamente ligadas. Todos os países da União Europeia devem, por conseguinte, intensificar os esforços para corrigir os desequilíbrios, melhorar os serviços de comunicações transfronteiras e criar serviços que cheguem também às regiões rurais e remotas».

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